Modelo de Guilford

Guilford concluiu a inexistência de qualquer factor G de inteligência e estipulou um número elevado de diferentes aptidões intelectuais, que resultam da combinação de três dimensões intelectuais:

  • Operação mental envolvida na aptidão;
  • O conteúdo ou campo de informação no qual se realizam as operações;
  • O produto resultante da aplicação de uma operação mental particular a um conteúdo específico.

A componente criatividade tem uma forte ligação com a inteligência, nela mistura-se talentos herdados e habilidades aprendidas, pelo que não parece possível distinguir qual o factor mais relevante. Augusto Saraiva, afirma que os testes de criatividade são simplesmente provas destinadas a reconhecer o poder da imaginação de um indivíduo, tendo em conta também a capacidade de utilizar, organizar, transformar materiais sendo estes para projectos pessoais onde o indivíduo está sujeito a exprimir motivações, estado de espírito, recriando o mundo tal como o observa.

Criatividade e Criação, relembra uma noção redireccionada para as pessoas com apetências criativas, mas Guilford afirma a existência de três características do pensamento criativo: originalidade, fluidez e flexibilidade.

Existem ainda dois termos fundamentais:

  • Pensamento Convergente: capacidade de solucionar problemas a partir de raciocínios lógicos e de experiencias, pensamentos lógicos e objectivo.
  • Pensamento Divergente: Capacidade de pensar e explorar mentalmente, predomina o pensamento cognitivo.

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