Limitações dos testes

Estes testes têm limitações tanto a nível da sua aplicação,  da validade e até mesmo do modo como os resultados são interpretados.

  • § Avaliação: Por serem tão superficiais podem distorcer os resultados, não se pode prever, com rigor o modo como uma pessoa resolve uma situação no dia-a-dia. O estado de espírito do indivíduo pode influenciar o resultado do teste.
  • § Os testes avaliam resultados e não os processos que lhe estão subjacentes.
  • § O número de aptidões e capacidades intelectuais, passíveis de serem avaliadas, é reduzido. Os testes apenas medem alguns dos aspectos da inteligência.
  • § O carácter absoluto dos resultados pode conduzir ao erro de que o QI é sinónimo de inteligência.
  • § Devido ao modo como os testes são construídos (exemplo: linguagem utilizada) favorece os indivíduos da classe média alta.

Críticas ao uso dos testes:

  1. Induzem a pensar que o valor do Q.I. é sinónimo de inteligência;
  2. Avaliam apenas as aptidões relacionadas com o sucesso escolar;
  3. Não avaliam as capacidades para lidar com problemas  práticos da vida social;
  4. Não avaliam as capacidades criativas;
  5. Estigmatizam os sujeitos de baixo Q.I;
  6. Prejudicam as pessoas social e culturalmente já desfavorecidas;
  7. Prejudicam os que têm boas capacidades que não as académicas;
  8. Determinam, em larga medida, o futuro escolar e profissional das crianças e dos jovens.

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